Queridos leitores,
o conteúdo deste blog é plenamente voltado a palavra de Deus. Desejo de coração que cada leitura edifique e transforme vossas vidas... Que o Senhor Jesus, seja sempre o centro e Senhor de Tudo, um enorme abraço,
Paz do Senhor, Vanessa de Oliveira.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Jesus, O Médico dos médicos.


Boa noite a todos!

Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!

Deus é esse médico, o Médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitetados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.

Que médico mais excelente poderia existir?

Deus é o primeiro cirurgião da história. A primeira operação? Umatoracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.

Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.

Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!

Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”

Ele também é o maior reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.

Jesus é o primeiro oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.

Ele também é o primeiro emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.

Ele é o melhor otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.

Jesus também é o maior psiquiatra da história, há mais de 2 mil anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!

Deus também é o melhor ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efetivo já relatado na história!

A primeira evidência científica sobre a hanseníase está na Bíblia! E Jesus é o dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.

Ele também é o primeiro hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gastado todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.

Jesus é ainda, o maior doador de sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo, ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que o recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário FAZER nada, apenas crer e receber!

O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!

Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente GRATUITO de Deus é a vida eterna!

No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convênio, basta você querer e pedir! O tratamento que Ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!

O médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exatamente o que você precisa para viver!

Ele é o único caminho, a verdade e a vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.

Seu nome é Jesus.

A este médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!

sábado, 20 de novembro de 2010

Barein


Barein é um país árabe, formado por 30 ilhotas no Golfo Pérsico, em uma área próxima ao Catar e à Arábia Saudita.

População

Cerca de 50% da população é formada por imigrantes que trabalham na indústria petrolífera. Esses trabalhadores vêm, em maior número, do Sul da Ásia e de outros países árabes.

Destes imigrantes, metade não é muçulmana. São cristãos (católicos romanos, protestantes, ortodoxos siríacos, e Mar Thoma, do sul da Índia), hindus, baha"is, budistas e siques.

A maior parte das pessoas vive nas cidades. A capital, Manama, é a maior delas, com aproximadamente 155 mil habitantes.

Todos os bareinitas desfrutam de um amplo serviço público de assistência médica. A maioria das crianças em idade escolar frequenta as escolas e a taxa de analfabetismo entre a população adulta é baixa.

Praticamente todos os cidadãos bareinitas (com exceção dos imigrantes) seguem o islamismo, a religião oficial do governo. Embora haja um número considerável de muçulmanos sunitas, a maioria segue a tradição xiita. Há uma divisão entre sunitas urbanos, xiitas rurais e xiitas iranianos.

História e governo

Em 1550, os lusitanos tomam Barein que se tornou, assim, uma colônia portuguesa. Em 1820, foi transformado em um protetorado inglês. A independência do país só foi conquistada em 1971 e, dois anos depois, Barein foi declarado uma monarquia constitucional. Em 1975, no entanto, o país transformou-se em uma monarquia absoluta.

Atualmente, a nação é governada por um emir, servido de um conselho meramente consultivo de 40 membros. É proibida a formação de partidos políticos.

A prática dos direitos humanos em Barein melhorou de forma significativa depois das reformas decretadas pelo rei em 2001/02, mas o governo não instituiu, na lei, proteção aos direitos básicos tais como os de se reunir e de expressão.

Apesar de sua economia ainda ser muito dependente do refino de petróleo (que responde a mais de 60% da exportação), Barein tem diversificado suas atividades e se tornado um importante centro econômico de construção.


A Igreja

No século III, um bispado cristão foi estabelecido no país. Missões protestantes começaram a chegar ao país no início do século XX. O território bareinita foi uma boa base para o testemunho cristão durante todo o século passado, e ainda há muitas oportunidades para se compartilhar a fé com tato e bom senso. Apesar das restrições ao evangelismo, igrejas formadas por estrangeiros são permitidas e até bem aceitas.

Congregações cristãs que são registradas junto ao Ministério de Desenvolvimento Social operam livremente e têm permissão para oferecer seu espaço a igrejas que não têm seus próprios templos. Há grupos cristãos não registrados, no entanto, não há relatos de que o governo tenha forçado esses grupos a se registrarem.


A perseguição

O islamismo é a religião oficial do país e há um forte preconceito contra o cristianismo. Aos cristãos estrangeiros é garantido o direito à liberdade de culto, porém não é permitida a evangelização de muçulmanos. Ao mesmo tempo, porém, os cristãos e algumas de suas atuações e organizações são extremamente consideradas e bem aceitas, especialmente o Hospital Missionário Americano. Há também uma livraria que vende literatura cristã ao público em geral.


Motivos de oração

1. Há liberdade de culto para as igrejas. Ore para que os muçulmanos sejam atraídos pelos cultos e possam frequentá-los sem levantarem suspeitas.

2. O funcionamento de livrarias cristãs é permitido. Ore a Deus para que os muçulmanos frequentem as livrarias e peça que a liberdade com que elas operam seja mantida.

3. A Igreja sofre com o preconceito contra o cristianismo. Ore para que os cristãos encontrem novos meios para atenuar a discriminação e ganhem o apreço do governo e da população em geral.

4. A Igreja tem servido a nação por meio do Hospital Missionário Americano. Louve a Deus por este eficiente ministério de ajuda médica e ore pela ampliação de seu alcance.

5. A Igreja local sofre com a falta de interesse mundial. Ore para que o corpo de Cristo em todo o planeta aumente a oferta de recursos evangelísticos para a Igreja bareinita.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A Tua Vontade


Toma-me pela mão
Guia-me em teus caminhos
Ensina-me a fazer a tua vontade
Ilumina os meus passos
Lâmpada para os meus pés é a tua Palavra

Só tenho paz em ti, seguro estou em ti
No teu querer encontro a razão do meu existir
Só tenho paz em ti, seguro estou em ti
No teu querer encontro a razão do meu existir

A tua vontade é boa perfeita e agradável
A tua vontade é boa perfeita e agradável



sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bangladesh


O território de Bangladesh localiza-se a leste da Índia e ocupa as planícies cortadas pelos rios Ganges e Bramaputra. Em consequência de sua localização, o país recebe grande quantidade de chuvas e está sujeito a inundações constantes.

População

Cerca de 160 milhões de pessoas vivem no país, tornando-o a sétima nação mais populosa do planeta. A maior parte do povo bengalês vive nas regiões rurais: menos de 30% dos habitantes reside nas cidades.

Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.

Cerca de 85% da população professa o islamismo e a maioria dos muçulmanos é sunita. Os hindus correspondem à quase totalidade dos 15% restantes. Porém, ainda existem pequenos grupos de budistas, animistas e cristãos.

Os hindus sofreram severas baixas devido a mortes e fugas de refugiados durante a guerra civil de 1971, mas apesar de sua desvantagem numérica, eles continuam sendo uma minoria influente e de voz ativa.

Economia

Bangladesh é uma das nações mais pobres do mundo. O país sofre com a superpopulação e com os constantes desastres naturais - como ciclones e inundações implacáveis - que resultam em grande número de mortes.

Tais problemas, agregados à corrupção, têm obstruído qualquer tentativa de se elevar o padrão de vida dos bengaleses. Em curto prazo, parece haver poucas esperanças de que a pobreza diminua.

Há um pequeno e privilegiado grupo de pessoas ricas e um grande número de pobres em Bangladesh. Devido ao desemprego, muitos bengaleses têm deixado o país à procura de trabalho na Malásia, em Cingapura e no Oriente Médio. No ano passado, 875 mil bengaleses imigraram do país, sendo que a maioria deles se dirigiu à Arábia Saudita.

O país também está ameaçado de uma crise de alimentos, e o aumento dos preços pode se tornar um fenômeno comum. A alta no valor dos grãos no mercado internacional, a deficiência na agricultura nacional e as recorrentes enchentes são algumas poucas razões para essa crise.


História

Até 1947 o território bengalês pertencia à Índia e era conhecido como Bengala Oriental. Naquele ano, o Paquistão tornou-se uma nação independente e incorporou o território bengalês, cuja população era predominantemente muçulmana. A partir de então, Bangladesh passou a ser conhecido como Paquistão Oriental.

Em 1971, inicia-se uma cruel guerra civil pela independência, que culminou com a derrota do Paquistão pelas forças bengalesas apoiadas militarmente pela Índia.

Desde então, os anos de vida deste país têm sido marcados por corrupção, instabilidade, assassinatos e 18 golpes de Estado. Uma ditadura militar de nove anos terminou em 1991 com a restauração da democracia e a eleição de uma mulher, Begum Khaleda Zia, como primeira-ministra.

Desde a independência até 1988, Bangladesh foi um Estado sem identidade religiosa, mas nesse ano o governo bengalês declarou o islamismo como a religião oficial do país. Esta decisão acirrou a tensão entre muçulmanos e seguidores de outras religiões.

Governo

Em 29 de dezembro de 2008, Bangladesh teve sua primeira eleição geral dos últimos sete anos. Foi pacífica, o que surpreendeu a muitos observadores internacionais. Historicamente, as eleições no país são marcadas por fraudes e protestos da oposição.

O Exército aplicou um golpe de Estado em janeiro de 2007, quando a violência tomou as ruas do país. As eleições, marcadas para acontecerem naquela época, tinham apenas dois partidos concorrentes. Ambos se mostravam corruptos e inaptos a governar.


A Igreja


Entre os primeiros cristãos que chegaram a Bangladesh no século XVI, já figuravam missionários católicos. Entretanto, foi o ministério do missionário protestante William Carey, iniciado em 1795, que impactou profundamente o país. Hoje em dia, no entanto, o número de cristãos bengaleses é muito pequeno, apesar do extenso trabalho de vários missionários cristãos ao longo de décadas.

Quase todos os muçulmanos convertidos ao cristianismo mantêm sua fé em segredo, embora existam alguns poucos exemplos de vilas inteiras voltando-se a Cristo e testemunhando publicamente sua conversão. No entanto, a maioria desses cristãos é formada por camponeses pertencentes a castas hindus inferiores, ou membros de pequenas tribos (estes últimos são comprovadamente mais receptivos ao cristianismo).

O pequeno número de cristãos (0,84% da população) e a divisão em pelo menos 32 denominações têm enfraquecido sobremaneira a posição cristã. Nem os católicos nem os protestantes estão envolvidos fortemente com o evangelismo. Ao longo dos anos, a atuação cristã tem se concentrado mais na esfera da educação.

A Igreja em Bangladesh sobrevive em meio à dificuldade. As atividades evangelísticas cresceram com as mais de cem novas igrejas formadas por ex-muçulmanos, acrescentadas apenas em 2007.


A perseguição

O governo bengalês prudentemente decidiu não colocar em risco a ajuda ocidental que recebe e não adotou um processo aberto de islamização do país. Mas países islâmicos participam do programa nacional de ajuda humanitária, afetando políticas em detrimento dos convertidos e de outras organizações cristãs.

Apesar de os muçulmanos fundamentalistas constituírem uma minoria, eles se esforçam incansavelmente para pressionar o governo atual a adotar o rigoroso cumprimento da sharia (lei islâmica). Eles são a maior fonte de opressão à Igreja.

Há grupos islâmicos que vão de porta em porta na tentativa de convencer os convertidos a voltarem ao islã.

Com a crescente participação de nações islâmicas, notadamente do Oriente Médio, no programa de auxílio ao país, o governo acredita que deva fazer concessões aos sentimentos muçulmanos. Isso poderia afetar drasticamente os direitos civis dos cidadãos não muçulmanos.

A maior parte da perseguição se dá na zona rural. A influência dos clérigos muçulmanos é forte em muitas dessas comunidades. Novos convertidos tornam-se, então, vítimas da perseguição, e são socialmente marginalizados. Em muitos casos são agredidos, proibidos de ter acesso aos poços artesianos da vila, e coagidos a renunciar sua fé.

Nessas comunidades, eles ainda podem ser pressionados pela família. Casamentos são desfeitos quando um dos cônjuges se converte, e divórcios são incentivados pelos sogros.

A polícia se mostra apática aos convertidos vítimas de crimes. Isso tem atrapalhado o curso da justiça em alguns casos.

A família Das sabe muito bem o que é isso. Em maio de 2008, Elina Das, uma adolescente de 13 anos de idade, foi estuprada no meio da noite por um grupo de jovens muçulmanos. Ela se dirigia ao banheiro de sua casa, que fica do lado de fora.

O objetivo do ataque era levar o pai de Elina, o pastor
Motilal, a desistir de seu ministério.

Quando o pastor tentou prestar queixa na delegacia, os policiais não quiseram ajudá-lo a não ser que lhes desse dinheiro.

Sem dinheiro, o pastor telefonou para um colega da Assembleia de Deus. Com a ajuda dele, conseguiu registrar um boletim de ocorrência na delegacia de outra cidade.

Os policiais da delegacia de Mymensingh levaram as roupas de Elina para exames e prenderam um suspeito, que não foi interrogado.

Um exame de DNA nas roupas confirmou o estupro. A polícia então acusou os suspeitos diante de uma vara regional.

Como o caso ainda não foi resolvido, os suspeitos estão à solta, ameaçando a família de Elina.

Outro episódio de injustiça aconteceu em junho de 2007, no distrito de Nilphamari. Extremistas, armados com bastões de madeira, agrediram dez novos convertidos e ameaçaram incendiar a casa deles se não deixassem a vila. Dois líderes foram ameaçados de morte, caso continuassem a evangelizar.

As vítimas foram encaminhadas para hospitais, e uma casa acabou destruída no ataque. Dias depois, líderes de uma mesquita impediram os cristãos de terem acesso à única fonte de água potável existente na região. Desde então, eles precisam andar 600 metros carregando vasilhas para buscar água.


Motivos de oração

1. A Igreja sofre com o alto índice de pobreza. Ore para que cristãos de todo o mundo possam suprir as necessidades de Bangladesh, particularmente na área econômica.

2. O país tem sido assolado por inúmeros desastres naturais. Peça a Deus para que a Igreja local consiga desenvolver projetos que possibilitem uma resposta rápida a esses eventos que se repetem quase todos os anos.

3. Muitos bengaleses estão felizes com o resultado das eleições de dezembro/2008. Peça ao Senhor para usar o novo líder em favor do povo bengalês e da Igreja.

4. A Igreja em Bangladesh está muito dividida. Há diversas denominações e outros grupos que trabalham de forma independente na evangelização de muçulmanos. Isso tem levado alguns a abandonar o ministério por causa da pressão. Peça a unidade e o entendimento mútuo para o Corpo de Cristo em Bangladesh.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mulher Virtuosa


Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.
Provérbios.31.30

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Azerbaijão


O Azerbaijão é um pequeno país localizado ao sul da Rússia, ao lado do mar Cáspio. A maioria da população é composta por azeris, porém há pequenos grupos minoritários, como os curdos e os lezguianos. Existem ainda muitos estrangeiros trabalhando no país.

População

Com base no crescimento demográfico atual, é pouco provável que o número de habitantes dobre antes de 2050. Há um equilíbrio entre a população urbana e a rural.

A capital, Baku, é a maior cidade, com quase dois milhões de habitantes, enquanto as outras não têm mais do que 350 mil pessoas.

O vizinho Irã tenta expandir sua influência espiritual sobre o Azerbaijão. Os azeris são como os xiitas iranianos, e estima-se que 25 milhões de iranianos tenham o azeri como sua primeira língua. Muitos grupos fundamentalistas islâmicos operam no país, ainda que ilegalmente. Como o governo azeri está ciente do crescimento dessa influência fundamentalista no país, a partir do Irã, ele acredita que o aumento no número de cristãos nativos pode causar alguma reação indesejável. Por isso, desestimula a conversão ao cristianismo.

Embora oficialmente exista liberdade religiosa, os muçulmanos são a força dominante no poder e têm demonstrado um sentimento anticristão cada vez mais forte depois da guerra contra a Armênia. Uma parcela significativa da população não segue nenhuma religião, fruto da profunda influência soviética.

História e governo

O Azerbaijão esteve por muito tempo sob o domínio de impérios vizinhos, sendo o último a extinta União Soviética, da qual se tornou independente em 1991. Os nacionalistas tomaram o poder em 1992 e o governo tem mantido intensas relações com a Turquia. Por algum tempo, o Azerbaijão manteve um conflito armado com a vizinha Armênia.

O conflito com a Armênia em relação ao enclave de Nagorno-Karabakh ainda não foi resolvido. Essa é uma região habitada por armênios, que passou à jurisdição do Azerbaijão em 1923, devido a uma decisão tomada por Stalin. Embora o Azerbaijão deseje dar alguma autonomia à região, a Armênia afirma que lá é seu território. Esse é um conflito que pode reacender-se.

Mal se aceita oposição política, e qualquer manifesto é firmemente controlado, às vezes até reprimido com violência. O governo se preocupa com o potencial aumento do fundamentalismo islâmico, já que o Cáucaso, região onde o país está instalado, é uma área inquieta.

Economia

A principal indústria é a de refino de petróleo, pois há enormes jazidas do ouro negro no país. O Azerbaijão experimentou um grande crescimento entre 2006 e 2008 patrocinado pela exportação do petróleo.

Mas, embora o país seja rico em petróleo, mais da metade da população vive abaixo da linha nacional de pobreza. Reformas políticas e econômicas prometidas têm demorado a se tornar realidade, devido à corrupção que contagiou todos os níveis de autoridade.


A Igreja


Quando o Azerbaijão tornou-se uma república independente, havia apenas alguns convertidos no país, ligados aos cristãos russos e armênios. Durante e depois do conflito com a Armênia, a maioria dos armênios deixou o país.

A Igreja protestante russa, entretanto, desempenhou um papel na formação da jovem Igreja azeri. No passado, cristãos russos foram enviados pelo czar ao Azerbaijão, como punição. Esses cristãos começaram a pregar e a organizar igrejas lá. Na era soviética, tudo era proibido, mas a Igreja continuou a funcionar, clandestinamente. Com a abertura no começo da década de 1990, a Igreja formada por azeris começou a crescer. Estima-se que, em 1997, havia seis mil convertidos no país; até 2006, o número havia triplicado. A dependência da Igreja russa diminuiu, e a comunidade azeri torna-se rapidamente uma Igreja que sofre oposição das autoridades locais e nacionais, bem como da sociedade. Os cristãos azeris são considerados traidores, e associados da Armênia, inimiga da nação e considerada um país cristão.

Há provavelmente 20 mil cristãos nativos no país, a maioria da Igreja ortodoxa. Esse número cresceu bastante: em 1994 havia apenas 5 mil cristãos. Menos de mil são protestantes, a maioria deles batistas. Tais números são passíveis de mudanças constantes, uma vez que quase todos os cristãos são estrangeiros, especialmente russos e armênios. Convertidos entre a população local somam menos de uma centena.


A perseguição

Embora a Constituição garanta a liberdade de consciência e religião, todas as comunidades religiosas são obrigadas a se registrar. Para a minoria cristã, é quase impossível obter o registro. A maioria das igrejas protestantes opera ilegalmente, sendo restringidas para operar em público e para obter livros cristãos. Isso as torna vulneráveis a perturbações e perseguição.

O avivamento islâmico tem tornado os azeris menos abertos ao cristianismo. No final da década de 90, o governo praticamente iniciou uma operação de guerra contra os convertidos, utilizando tanto uma pressão direta - interrogatórios, perseguição, demissão, restrições quanto à distribuição de materiais cristãos - quanto indireta, ao incitar a população contra os convertidos.

Os protestantes enfrentam inúmeras dificuldades no Azerbaijão, onde a maioria da população azeri é de origem muçulmana. Alguns clérigos e oficiais do governo muçulmanos têm expressado de forma veemente sua desaprovação à liberdade de atuação dos cristãos.

Apesar da fome espiritual e da abertura das pessoas, 90% dos que se interessam pelo evangelho desistem de segui-lo assim que sofrem pressão de seus empregadores e familiares. O custo de perder o emprego ou de ser rejeitado pelos parentes e amidos, parece alto demais para eles.

Os convertidos azeris são intimidados pela sociedade, e quase sempre são alvo dos ataques da mídia. Eles são retratados como criminosos e traidores do país. Os empregadores não se mostram interessados em manter cristãos como seus funcionários.

Problemas com as permissões para religiosos estrangeiros servirem às congregações cristãs parecem ter sido resolvidos. Dois pastores estrangeiros conseguiram vistos para continuar seu trabalho nas igrejas.

Apesar das intermitentes dificuldades acima relatadas, os batistas afirmam que pretendem continuar seu trabalho evangelístico: "Pedimos que orem por nós para que o Senhor nos inspire a pregar sem medo as boas novas de Cristo a todo o momento".

O pastor batista Hamid Shabanov, então com 51 anos, foi detido em sua casa no dia 20 de junho de 2008. Hamid e a família alegam que a polícia plantou a arma que eles "supostamente" teriam encontrado. O pastor foi levado preso pela polícia, para a prisão da cidade de Gyanja.

Durante a prisão, a polícia o questionou por diversas vezes a respeito de suas atividades religiosas, perguntando, por exemplo, quando ele se tornou cristão e por que 50 pessoas amigas dele adotaram o cristianismo.

Várias datas para o julgamento foram marcadas e adiadas; durante esse tempo, o pastor Hamid permaneceu preso. Na primeira audiência realizada de fato, em 5 de novembro, decidiu-se apenas que Hamid ficaria sob prisão domiciliar.

Em 11 de fevereiro de 2009, o pastor foi considerado culpado de porte ilegal de armas. No entanto, o tempo que o pastor passou preso antes de ser condenado foi levado em consideração, fazendo com que a sentença de dois anos de trabalho corretivo fosse reduzida a 27 dias de prisão domiciliar.

Em 2007, o pastor Zaur Balaev, de 44 anos, foi condenado a dois anos de prisão pela corte de Zakatala com base no artigo 315, que pune o uso da violência contra oficiais do Estado no exercício de suas funções.

Por 13 anos o pastor Zaur Balaev tentou obter o registro para manter a igreja legalizada. Dentre os inúmeros exemplos de perseguição sofridos ao longo dos anos, está a recusa de funcionários do governo em conceder certidões de nascimento aos filhos de membros da igreja. Os nomes de batismo deles foram considerados inaceitáveis por funcionários de Zakatala.

O pastor ficou preso na 10ª colônia penitenciária de Baku até o dia 20 de março de 2008, quando foi anistiado por um decreto publicado no site presidencial, em 18 de março.


Motivos de oração

1. Os cristãos têm sofrido em consequência da natureza islâmico-cristã do conflito entre o Azerbaijão e a Armênia. Ore por um progresso nas relações entre cristãos e muçulmanos e por um abrandamento das tensões causadas pelo conflito com a Armênia.

2. Missionários não são bem-vindos no Azerbaijão. Ore para que estrangeiros encontrem meios de servir o país e alcançar o povo por meio de um ministério solidário.

3. A Igreja tem desfrutado de alguma liberdade. Peça que a crescente resistência ao cristianismo seja reduzida e que a Igreja use a liberdade que tem para evangelizar.

4. A Igreja tem sofrido com a pobreza. Ore para que empresários que temam ao Senhor ajudem os cristãos azerbaijanos com novos empreendimentos que se proponham a aliviar o terrível drama da pobreza urbana.

sábado, 7 de agosto de 2010

Novas cédulas do real começarão a circular a partir do mês de novembro




As novas cédulas do real começaram a ser feitas ontem na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro. As notas de R$ 50 e R$ 100 começarão a circular em novembro. As demais, a partir de 2012. Segundo o diretor administrativo do Banco Central, Anthero Meirelles, as cédulas deixarão de circular dentro de dois a três anos.

“O BC vai começar a receber essas novas cédulas e teremos que montar um estoque para fazer a distribuição em todo o país”, disse. Além desse prazo para formar estoques, completou Meirelles, o intervalo até novembro servirá para os bancos adaptarem as máquinas às novas cédulas. O diretor do BC disse ainda que a autoridade monetária fará uma campanha educativa para mostrar à população as características da nova cédula.

As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança -como a marca d’água - foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação. Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor, o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos antifalsificação existentes.

Cores – As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.

A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal - a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.

No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.