Queridos leitores,
o conteúdo deste blog é plenamente voltado a palavra de Deus. Desejo de coração que cada leitura edifique e transforme vossas vidas... Que o Senhor Jesus, seja sempre o centro e Senhor de Tudo, um enorme abraço,
Paz do Senhor, Vanessa de Oliveira.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bangladesh


O território de Bangladesh localiza-se a leste da Índia e ocupa as planícies cortadas pelos rios Ganges e Bramaputra. Em consequência de sua localização, o país recebe grande quantidade de chuvas e está sujeito a inundações constantes.

População

Cerca de 160 milhões de pessoas vivem no país, tornando-o a sétima nação mais populosa do planeta. A maior parte do povo bengalês vive nas regiões rurais: menos de 30% dos habitantes reside nas cidades.

Um terço da população tem idade inferior a 15 anos. Apenas 2% da população é constituída de grupos minoritários, sejam tribais ou estrangeiros. Os outros 98% são de pessoas da etnia bengali.

No que se refere à religião, os bengaleses dividem-se em muçulmanos e hindus.

Cerca de 85% da população professa o islamismo e a maioria dos muçulmanos é sunita. Os hindus correspondem à quase totalidade dos 15% restantes. Porém, ainda existem pequenos grupos de budistas, animistas e cristãos.

Os hindus sofreram severas baixas devido a mortes e fugas de refugiados durante a guerra civil de 1971, mas apesar de sua desvantagem numérica, eles continuam sendo uma minoria influente e de voz ativa.

Economia

Bangladesh é uma das nações mais pobres do mundo. O país sofre com a superpopulação e com os constantes desastres naturais - como ciclones e inundações implacáveis - que resultam em grande número de mortes.

Tais problemas, agregados à corrupção, têm obstruído qualquer tentativa de se elevar o padrão de vida dos bengaleses. Em curto prazo, parece haver poucas esperanças de que a pobreza diminua.

Há um pequeno e privilegiado grupo de pessoas ricas e um grande número de pobres em Bangladesh. Devido ao desemprego, muitos bengaleses têm deixado o país à procura de trabalho na Malásia, em Cingapura e no Oriente Médio. No ano passado, 875 mil bengaleses imigraram do país, sendo que a maioria deles se dirigiu à Arábia Saudita.

O país também está ameaçado de uma crise de alimentos, e o aumento dos preços pode se tornar um fenômeno comum. A alta no valor dos grãos no mercado internacional, a deficiência na agricultura nacional e as recorrentes enchentes são algumas poucas razões para essa crise.


História

Até 1947 o território bengalês pertencia à Índia e era conhecido como Bengala Oriental. Naquele ano, o Paquistão tornou-se uma nação independente e incorporou o território bengalês, cuja população era predominantemente muçulmana. A partir de então, Bangladesh passou a ser conhecido como Paquistão Oriental.

Em 1971, inicia-se uma cruel guerra civil pela independência, que culminou com a derrota do Paquistão pelas forças bengalesas apoiadas militarmente pela Índia.

Desde então, os anos de vida deste país têm sido marcados por corrupção, instabilidade, assassinatos e 18 golpes de Estado. Uma ditadura militar de nove anos terminou em 1991 com a restauração da democracia e a eleição de uma mulher, Begum Khaleda Zia, como primeira-ministra.

Desde a independência até 1988, Bangladesh foi um Estado sem identidade religiosa, mas nesse ano o governo bengalês declarou o islamismo como a religião oficial do país. Esta decisão acirrou a tensão entre muçulmanos e seguidores de outras religiões.

Governo

Em 29 de dezembro de 2008, Bangladesh teve sua primeira eleição geral dos últimos sete anos. Foi pacífica, o que surpreendeu a muitos observadores internacionais. Historicamente, as eleições no país são marcadas por fraudes e protestos da oposição.

O Exército aplicou um golpe de Estado em janeiro de 2007, quando a violência tomou as ruas do país. As eleições, marcadas para acontecerem naquela época, tinham apenas dois partidos concorrentes. Ambos se mostravam corruptos e inaptos a governar.


A Igreja


Entre os primeiros cristãos que chegaram a Bangladesh no século XVI, já figuravam missionários católicos. Entretanto, foi o ministério do missionário protestante William Carey, iniciado em 1795, que impactou profundamente o país. Hoje em dia, no entanto, o número de cristãos bengaleses é muito pequeno, apesar do extenso trabalho de vários missionários cristãos ao longo de décadas.

Quase todos os muçulmanos convertidos ao cristianismo mantêm sua fé em segredo, embora existam alguns poucos exemplos de vilas inteiras voltando-se a Cristo e testemunhando publicamente sua conversão. No entanto, a maioria desses cristãos é formada por camponeses pertencentes a castas hindus inferiores, ou membros de pequenas tribos (estes últimos são comprovadamente mais receptivos ao cristianismo).

O pequeno número de cristãos (0,84% da população) e a divisão em pelo menos 32 denominações têm enfraquecido sobremaneira a posição cristã. Nem os católicos nem os protestantes estão envolvidos fortemente com o evangelismo. Ao longo dos anos, a atuação cristã tem se concentrado mais na esfera da educação.

A Igreja em Bangladesh sobrevive em meio à dificuldade. As atividades evangelísticas cresceram com as mais de cem novas igrejas formadas por ex-muçulmanos, acrescentadas apenas em 2007.


A perseguição

O governo bengalês prudentemente decidiu não colocar em risco a ajuda ocidental que recebe e não adotou um processo aberto de islamização do país. Mas países islâmicos participam do programa nacional de ajuda humanitária, afetando políticas em detrimento dos convertidos e de outras organizações cristãs.

Apesar de os muçulmanos fundamentalistas constituírem uma minoria, eles se esforçam incansavelmente para pressionar o governo atual a adotar o rigoroso cumprimento da sharia (lei islâmica). Eles são a maior fonte de opressão à Igreja.

Há grupos islâmicos que vão de porta em porta na tentativa de convencer os convertidos a voltarem ao islã.

Com a crescente participação de nações islâmicas, notadamente do Oriente Médio, no programa de auxílio ao país, o governo acredita que deva fazer concessões aos sentimentos muçulmanos. Isso poderia afetar drasticamente os direitos civis dos cidadãos não muçulmanos.

A maior parte da perseguição se dá na zona rural. A influência dos clérigos muçulmanos é forte em muitas dessas comunidades. Novos convertidos tornam-se, então, vítimas da perseguição, e são socialmente marginalizados. Em muitos casos são agredidos, proibidos de ter acesso aos poços artesianos da vila, e coagidos a renunciar sua fé.

Nessas comunidades, eles ainda podem ser pressionados pela família. Casamentos são desfeitos quando um dos cônjuges se converte, e divórcios são incentivados pelos sogros.

A polícia se mostra apática aos convertidos vítimas de crimes. Isso tem atrapalhado o curso da justiça em alguns casos.

A família Das sabe muito bem o que é isso. Em maio de 2008, Elina Das, uma adolescente de 13 anos de idade, foi estuprada no meio da noite por um grupo de jovens muçulmanos. Ela se dirigia ao banheiro de sua casa, que fica do lado de fora.

O objetivo do ataque era levar o pai de Elina, o pastor
Motilal, a desistir de seu ministério.

Quando o pastor tentou prestar queixa na delegacia, os policiais não quiseram ajudá-lo a não ser que lhes desse dinheiro.

Sem dinheiro, o pastor telefonou para um colega da Assembleia de Deus. Com a ajuda dele, conseguiu registrar um boletim de ocorrência na delegacia de outra cidade.

Os policiais da delegacia de Mymensingh levaram as roupas de Elina para exames e prenderam um suspeito, que não foi interrogado.

Um exame de DNA nas roupas confirmou o estupro. A polícia então acusou os suspeitos diante de uma vara regional.

Como o caso ainda não foi resolvido, os suspeitos estão à solta, ameaçando a família de Elina.

Outro episódio de injustiça aconteceu em junho de 2007, no distrito de Nilphamari. Extremistas, armados com bastões de madeira, agrediram dez novos convertidos e ameaçaram incendiar a casa deles se não deixassem a vila. Dois líderes foram ameaçados de morte, caso continuassem a evangelizar.

As vítimas foram encaminhadas para hospitais, e uma casa acabou destruída no ataque. Dias depois, líderes de uma mesquita impediram os cristãos de terem acesso à única fonte de água potável existente na região. Desde então, eles precisam andar 600 metros carregando vasilhas para buscar água.


Motivos de oração

1. A Igreja sofre com o alto índice de pobreza. Ore para que cristãos de todo o mundo possam suprir as necessidades de Bangladesh, particularmente na área econômica.

2. O país tem sido assolado por inúmeros desastres naturais. Peça a Deus para que a Igreja local consiga desenvolver projetos que possibilitem uma resposta rápida a esses eventos que se repetem quase todos os anos.

3. Muitos bengaleses estão felizes com o resultado das eleições de dezembro/2008. Peça ao Senhor para usar o novo líder em favor do povo bengalês e da Igreja.

4. A Igreja em Bangladesh está muito dividida. Há diversas denominações e outros grupos que trabalham de forma independente na evangelização de muçulmanos. Isso tem levado alguns a abandonar o ministério por causa da pressão. Peça a unidade e o entendimento mútuo para o Corpo de Cristo em Bangladesh.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mulher Virtuosa


Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada.
Provérbios.31.30

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Azerbaijão


O Azerbaijão é um pequeno país localizado ao sul da Rússia, ao lado do mar Cáspio. A maioria da população é composta por azeris, porém há pequenos grupos minoritários, como os curdos e os lezguianos. Existem ainda muitos estrangeiros trabalhando no país.

População

Com base no crescimento demográfico atual, é pouco provável que o número de habitantes dobre antes de 2050. Há um equilíbrio entre a população urbana e a rural.

A capital, Baku, é a maior cidade, com quase dois milhões de habitantes, enquanto as outras não têm mais do que 350 mil pessoas.

O vizinho Irã tenta expandir sua influência espiritual sobre o Azerbaijão. Os azeris são como os xiitas iranianos, e estima-se que 25 milhões de iranianos tenham o azeri como sua primeira língua. Muitos grupos fundamentalistas islâmicos operam no país, ainda que ilegalmente. Como o governo azeri está ciente do crescimento dessa influência fundamentalista no país, a partir do Irã, ele acredita que o aumento no número de cristãos nativos pode causar alguma reação indesejável. Por isso, desestimula a conversão ao cristianismo.

Embora oficialmente exista liberdade religiosa, os muçulmanos são a força dominante no poder e têm demonstrado um sentimento anticristão cada vez mais forte depois da guerra contra a Armênia. Uma parcela significativa da população não segue nenhuma religião, fruto da profunda influência soviética.

História e governo

O Azerbaijão esteve por muito tempo sob o domínio de impérios vizinhos, sendo o último a extinta União Soviética, da qual se tornou independente em 1991. Os nacionalistas tomaram o poder em 1992 e o governo tem mantido intensas relações com a Turquia. Por algum tempo, o Azerbaijão manteve um conflito armado com a vizinha Armênia.

O conflito com a Armênia em relação ao enclave de Nagorno-Karabakh ainda não foi resolvido. Essa é uma região habitada por armênios, que passou à jurisdição do Azerbaijão em 1923, devido a uma decisão tomada por Stalin. Embora o Azerbaijão deseje dar alguma autonomia à região, a Armênia afirma que lá é seu território. Esse é um conflito que pode reacender-se.

Mal se aceita oposição política, e qualquer manifesto é firmemente controlado, às vezes até reprimido com violência. O governo se preocupa com o potencial aumento do fundamentalismo islâmico, já que o Cáucaso, região onde o país está instalado, é uma área inquieta.

Economia

A principal indústria é a de refino de petróleo, pois há enormes jazidas do ouro negro no país. O Azerbaijão experimentou um grande crescimento entre 2006 e 2008 patrocinado pela exportação do petróleo.

Mas, embora o país seja rico em petróleo, mais da metade da população vive abaixo da linha nacional de pobreza. Reformas políticas e econômicas prometidas têm demorado a se tornar realidade, devido à corrupção que contagiou todos os níveis de autoridade.


A Igreja


Quando o Azerbaijão tornou-se uma república independente, havia apenas alguns convertidos no país, ligados aos cristãos russos e armênios. Durante e depois do conflito com a Armênia, a maioria dos armênios deixou o país.

A Igreja protestante russa, entretanto, desempenhou um papel na formação da jovem Igreja azeri. No passado, cristãos russos foram enviados pelo czar ao Azerbaijão, como punição. Esses cristãos começaram a pregar e a organizar igrejas lá. Na era soviética, tudo era proibido, mas a Igreja continuou a funcionar, clandestinamente. Com a abertura no começo da década de 1990, a Igreja formada por azeris começou a crescer. Estima-se que, em 1997, havia seis mil convertidos no país; até 2006, o número havia triplicado. A dependência da Igreja russa diminuiu, e a comunidade azeri torna-se rapidamente uma Igreja que sofre oposição das autoridades locais e nacionais, bem como da sociedade. Os cristãos azeris são considerados traidores, e associados da Armênia, inimiga da nação e considerada um país cristão.

Há provavelmente 20 mil cristãos nativos no país, a maioria da Igreja ortodoxa. Esse número cresceu bastante: em 1994 havia apenas 5 mil cristãos. Menos de mil são protestantes, a maioria deles batistas. Tais números são passíveis de mudanças constantes, uma vez que quase todos os cristãos são estrangeiros, especialmente russos e armênios. Convertidos entre a população local somam menos de uma centena.


A perseguição

Embora a Constituição garanta a liberdade de consciência e religião, todas as comunidades religiosas são obrigadas a se registrar. Para a minoria cristã, é quase impossível obter o registro. A maioria das igrejas protestantes opera ilegalmente, sendo restringidas para operar em público e para obter livros cristãos. Isso as torna vulneráveis a perturbações e perseguição.

O avivamento islâmico tem tornado os azeris menos abertos ao cristianismo. No final da década de 90, o governo praticamente iniciou uma operação de guerra contra os convertidos, utilizando tanto uma pressão direta - interrogatórios, perseguição, demissão, restrições quanto à distribuição de materiais cristãos - quanto indireta, ao incitar a população contra os convertidos.

Os protestantes enfrentam inúmeras dificuldades no Azerbaijão, onde a maioria da população azeri é de origem muçulmana. Alguns clérigos e oficiais do governo muçulmanos têm expressado de forma veemente sua desaprovação à liberdade de atuação dos cristãos.

Apesar da fome espiritual e da abertura das pessoas, 90% dos que se interessam pelo evangelho desistem de segui-lo assim que sofrem pressão de seus empregadores e familiares. O custo de perder o emprego ou de ser rejeitado pelos parentes e amidos, parece alto demais para eles.

Os convertidos azeris são intimidados pela sociedade, e quase sempre são alvo dos ataques da mídia. Eles são retratados como criminosos e traidores do país. Os empregadores não se mostram interessados em manter cristãos como seus funcionários.

Problemas com as permissões para religiosos estrangeiros servirem às congregações cristãs parecem ter sido resolvidos. Dois pastores estrangeiros conseguiram vistos para continuar seu trabalho nas igrejas.

Apesar das intermitentes dificuldades acima relatadas, os batistas afirmam que pretendem continuar seu trabalho evangelístico: "Pedimos que orem por nós para que o Senhor nos inspire a pregar sem medo as boas novas de Cristo a todo o momento".

O pastor batista Hamid Shabanov, então com 51 anos, foi detido em sua casa no dia 20 de junho de 2008. Hamid e a família alegam que a polícia plantou a arma que eles "supostamente" teriam encontrado. O pastor foi levado preso pela polícia, para a prisão da cidade de Gyanja.

Durante a prisão, a polícia o questionou por diversas vezes a respeito de suas atividades religiosas, perguntando, por exemplo, quando ele se tornou cristão e por que 50 pessoas amigas dele adotaram o cristianismo.

Várias datas para o julgamento foram marcadas e adiadas; durante esse tempo, o pastor Hamid permaneceu preso. Na primeira audiência realizada de fato, em 5 de novembro, decidiu-se apenas que Hamid ficaria sob prisão domiciliar.

Em 11 de fevereiro de 2009, o pastor foi considerado culpado de porte ilegal de armas. No entanto, o tempo que o pastor passou preso antes de ser condenado foi levado em consideração, fazendo com que a sentença de dois anos de trabalho corretivo fosse reduzida a 27 dias de prisão domiciliar.

Em 2007, o pastor Zaur Balaev, de 44 anos, foi condenado a dois anos de prisão pela corte de Zakatala com base no artigo 315, que pune o uso da violência contra oficiais do Estado no exercício de suas funções.

Por 13 anos o pastor Zaur Balaev tentou obter o registro para manter a igreja legalizada. Dentre os inúmeros exemplos de perseguição sofridos ao longo dos anos, está a recusa de funcionários do governo em conceder certidões de nascimento aos filhos de membros da igreja. Os nomes de batismo deles foram considerados inaceitáveis por funcionários de Zakatala.

O pastor ficou preso na 10ª colônia penitenciária de Baku até o dia 20 de março de 2008, quando foi anistiado por um decreto publicado no site presidencial, em 18 de março.


Motivos de oração

1. Os cristãos têm sofrido em consequência da natureza islâmico-cristã do conflito entre o Azerbaijão e a Armênia. Ore por um progresso nas relações entre cristãos e muçulmanos e por um abrandamento das tensões causadas pelo conflito com a Armênia.

2. Missionários não são bem-vindos no Azerbaijão. Ore para que estrangeiros encontrem meios de servir o país e alcançar o povo por meio de um ministério solidário.

3. A Igreja tem desfrutado de alguma liberdade. Peça que a crescente resistência ao cristianismo seja reduzida e que a Igreja use a liberdade que tem para evangelizar.

4. A Igreja tem sofrido com a pobreza. Ore para que empresários que temam ao Senhor ajudem os cristãos azerbaijanos com novos empreendimentos que se proponham a aliviar o terrível drama da pobreza urbana.

sábado, 7 de agosto de 2010

Novas cédulas do real começarão a circular a partir do mês de novembro




As novas cédulas do real começaram a ser feitas ontem na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro. As notas de R$ 50 e R$ 100 começarão a circular em novembro. As demais, a partir de 2012. Segundo o diretor administrativo do Banco Central, Anthero Meirelles, as cédulas deixarão de circular dentro de dois a três anos.

“O BC vai começar a receber essas novas cédulas e teremos que montar um estoque para fazer a distribuição em todo o país”, disse. Além desse prazo para formar estoques, completou Meirelles, o intervalo até novembro servirá para os bancos adaptarem as máquinas às novas cédulas. O diretor do BC disse ainda que a autoridade monetária fará uma campanha educativa para mostrar à população as características da nova cédula.

As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança -como a marca d’água - foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação. Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor, o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos antifalsificação existentes.

Cores – As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.

A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal - a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.

No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Argélia


A Argélia está entre os maiores países do planeta. Seu território é o segundo maior do continente africano; apenas dez países no mundo possuem área maior que a sua. O deserto do Saara ocupa quase 91% do território argelino e montanhas separam suas areias da faixa litorânea. Localizada na região norte da África, a Argélia tem fronteiras com a Líbia e a Tunísia ao leste, com o Marrocos ao oeste e com Mali, Mauritânia e Níger ao sul.

População

Dos mais de 30 milhões de habitantes, cerca de 90% vivem na região costeira. Mais da metade da população vive nos centros urbanos. Argel, a capital, é a maior cidade, com 2,5 milhões de habitantes.

Etnicamente, a população argelina é constituída de 80% de árabes, enquanto os 20% restantes pertencem a algumas das muitas tribos berberes presentes no país.

A maioria dos argelinos segue o islamismo. O governo, no entanto, tem procurado manter a Argélia uma nação islâmica de linha moderada, enquanto os fundamentalistas desejam o estabelecimento completo de um Estado islâmico mais severo.

História

Na Antiguidade, as planícies férteis do litoral da Argélia atraíram invasores fenícios, cartagineses e romanos. A cidade de Cartago - que hoje faz parte da Tunísia - era um importante centro cívico e cultural que sucumbiu com toda aquela área diante do Império Romano no ano de 146 a.C. Os romanos dominaram a região até o século V, quando vândalos*, e depois bizantinos, tomaram o poder. Foi durante este último período que o cristianismo foi introduzido na Argélia. No século VII, o islamismo espalhou sua influência por todo o norte da África. Durante esse período, a população argelina tornou-se nômade com o aumento de imigrantes beduínos. Em 1536, os otomanos estabeleceram-se no poder.

Depois de mais de um século de regimento francês, os argelinos lutaram pela independência durante a maior parte da década de 1950, para finalmente alcançá-la em 1962. O primeiro partido político da Argélia, a Frente de Libertação Nacional (FLN), tem dominado desde então.

O sucesso da Frente para Libertação Islâmica (FIS) no primeiro turno das eleições de 1991 levou o Exército argelino a intervir e adiar o segundo turno, de forma a prevenir o que a elite secular temia: um governo extremista no poder. O Exército começou a pressionar o FIS, fazendo com que seus apoiadores atacassem lugares públicos.

Posteriormente, o governo permitiu eleições, apresentando partidos pró-governistas e religiosos moderados. Mas ele não conteve os ativistas, que intensificavam seus ataques. A luta contra eles virou rebelião, culminando na guerra civil de 1992-1998, que resultou em mais de cem mil mortes - muitas delas atribuídas aos extremistas, que massacravam vilas.

Governo

Atualmente, a Argélia é uma república multipartidária. Politicamente o governo permanece estável.

As eleições presidenciais acontecem a cada cinco anos e estão marcadas para abril de 2009.

O Ministro de Assuntos Religiosos dá suporte financeiro às mesquitas e paga o salário dos líderes religiosos. A construção das mesquitas é feita com contribuições privadas dos fieis locais. O Ministério de Comissão Educacional é composto por 28 membros responsáveis pelo desenvolvimento do sistema educacional baseado no Alcorão. A comissão é responsável por impor regras para os professores contratados das escolas e madrassas (escolas religiosas), e assegurar que todos os líderes religiosos possuam o mais alto nível educacional. Eles ensinam de acordo com os regulamentos do governo, voltados para reprimir o extremismo islâmico.

Economicamente, a situação se desenvolveu pouco. Os investidores estrangeiros estão menos tímidos do que antes no apoio aos negócios, especialmente no oeste do país. A Argélia também deve diversificar sua economia, atualmente baseada no petróleo. Ela rendeu uma grande reserva financeira, que, no entanto, não foi usada para reparar muitos problemas sociais e de infra-estrutura do país.

Em agosto de 2008, o país foi palco de ataques terroristas que mataram mais de 79 pessoas. Há um grande grupo terrorista operante no país, chamado al-Qaeda no Magrebe Islâmico (ligado à al-Qaeda). O grupo tem atraído jovens desempregados e ressentidos com o governo.

* N. do E.: Os vândalos eram uma tribo germânica que migrou da costa do Báltico no século I a.C. e chegou até a região espanhola de Andaluzia. Depois de expulsos da Península Ibérica pelos godos, foram para o norte da África, onde, após a captura de Cartago, fundaram um reino independente.


A Igreja


O cristianismo chegou à Argélia ainda no século I, e alguns dos mais proeminentes teólogos da Igreja primitiva vieram desse país: Tertuliano, Cipriano e Agostinho. Disputas, revoltas berberes e ataques dos vândalos enfraqueceram a Igreja argelina no século V. Já no ano 700, a invasão dos exércitos islâmicos reduziu a Igreja de maneira significativa, mas a chegada dos colonizadores franceses, no início do século XIX, permitiu um rápido crescimento. No entanto, com a saída dos franceses do país, a Igreja novamente entrou em declínio.

Atualmente, cerca de um terço dos cristãos da Argélia é estrangeiro. Apesar de haver milhares de cristãos argelinos, eles representam menos que 0,5% da população e organizam cultos em reuniões secretas nos lares.

Por motivos de segurança, principalmente durante a guerra civil, os cristãos se concentraram majoritariamente nas cidades de Oran e Anaba (conhecida como Hipona, cidade onde faleceu Santo Agostinho) na metade da década de 1990. O evangelismo fez crescer a comunidade cristã na Cabília, norte do país. Notoriamente cresceu o número de igrejas domésticas, casas de membros da comunidade cristã, onde os cristãos se reúnem secretamente, por medo de se expor ou por não possuir dinheiro para construir uma igreja. Relatos sugerem que os cidadãos, não os estrangeiros, organizam suas atividades de evangelismo na Cabília.


A perseguição

O islamismo de tradição sunita é a religião oficial do país e testemunhos cristãos não são permitidos. Em março de 2006, foi aprovado o Decreto 06-03, que restringe cultos não-islâmicos. Ele proíbe qualquer ação que "incite, obrigue ou se utilize de meios indutivos objetivando a conversão de um muçulmano para outra religião, ou usando para esse fim estabelecimentos de ensino, educação, saúde, de natureza social ou cultural, ou instituições de treinamento ou qualquer outro estabelecimento, ou recurso financeiro". A punição é de dois a cinco anos de prisão e multa. A lei também proíbe atividade cristã em qualquer lugar que não seja em igrejas reconhecidas pelo governo.

Teoricamente, essa lei dá ao governo o poder de regulamentar os templos não-islâmicos, e também de monitorar a participação nos cultos. Efetivamente, isso permite ao governo fechar igrejas informais, organizadas em casas ou em instalações isoladas.

A sharia (lei islâmica), tal como interpretada no país, não reconhece a conversão do islamismo a qualquer outra religião, assim, a evangelização de muçulmanos é proibida. Entretanto, sob a lei civil, a conversão não é ilegal. Organizações missionárias são autorizadas a realizar atividades humanitárias sem a intervenção do governo conquanto não evangelizem muçulmanos. Conversões do islamismo ao cristianismo acontecem, embora sejam em pequena quantidade. Com frequência, trabalhadores cristãos são ameaçados e atacados por extremistas, muitos sendo martirizados.

Para garantir a segurança e evitar problemas sociais e legais, os ex-muçulmanos praticam sua fé secretamente. Um cristão argelino escreveu:

"Todos sabem sobre o terrorismo que acorrenta nosso país. Foram poucas as mortes entre os cristãos evangélicos até agora, e louvamos a Deus por isso. É difícil estimar o número exato de evangélicos no país. A maioria descende de berberes e são poucos os que descendem de árabes. Muitos vivem em pequenas cidades e vilas, o que dificulta o contato e comunicação com eles. Devido ao terrorismo, viajar pelo país é muito perigoso, o que faz com que as igrejas fiquem isoladas. Recebemos poucos visitantes ocidentais e não somos autorizados a viajar ao exterior.

Não há grande disponibilidade de literatura cristã em berbere e árabe e nem é permitida a sua livre distribuição. Mas apesar de todas as nossas dificuldades, a Igreja continua a crescer."

Em 29 de março de 2008, a ex-muçulmana
Habiba Kouider, 35, foi detida após serem encontradas Bíblias e livros cristãos em sua bagagem de mão. Habiba, que viajava em um ônibus intermunicipal nas proximidades da cidade de Tiaret, foi humilhada e detida por 24 horas, sendo interrogada pela polícia a respeito de sua conversão.

O caso dela foi apresentado a um promotor público que prometeu retirar as acusações caso ela voltasse ao islamismo. Ela se recusou. Habiba foi então acusada segundo o Decreto 06-03 por praticar culto não-muçulmano sem autorização. A promotoria exigiu que ela fosse condenada a três anos de prisão.

Como o caso de Habiba atraiu a atenção internacional, ela ainda não foi sentenciada. Mesmo assim, Habiba sofre abusos por parte da polícia, sendo interrogada e revistada nas ruas de sua cidade.

A convertida também encontrou oposição em sua casa. Seu irmão descobriu que ela era cristã depois que o caso atingiu a imprensa internacional. Ele exigiu que Habiba saísse de casa. Ela está temporariamente na casa de outra irmã, enquanto procura outro lugar para morar.

Até o momento, nenhum cristão argelino foi sentenciado a prisão com base em acusações religiosas. Suspender as sentenças é uma forma de o governo argelino proteger-se de grupos de direitos humanos, mostrando-lhes que não há cristãos condenados nas cadeias. Entretanto, os que estão sob julgamento ou apelando de suas sentenças afirmam que essa publicidade negativa atrapalhou os negócios e a vida familiar.

Em 2007, o pastor Hugh Johnson, de 74 anos, ex-representante da Igreja protestante no país, foi expulso da Argélia. Ele vivia no país há 45 anos e foi ameaçado de ser deportado por causa de suas atividades evangelísticas. A decisão de expulsar o pastor foi tomada depois que ele trouxe uma cópia do Novo Testamento ao país, sem permissão.


Motivos de oração

1. O Decreto 06-03 trouxe dificuldades para a Igreja desde sua implementação em 2006. Ore para que essa lei seja abolida, a fim de que os cristãos argelinos possam praticar sua fé sem medo nem restrições.

2. As tensões têm trazido desunião. Ore pela unidade dos cristãos na Argélia. Peça a Deus para dar sabedoria e um espírito humilde para os líderes das denominações cristãs.

3. Há cristãos argelinos em julgamento, esperando a decisão do juiz. Peça a Deus que faça justiça nesses casos.

4. A situação da Igreja na Argélia parece calma no momento. Mas, a qualquer momento, podem acontecer episódios que desestabilizem a nação. Ore pela paz da Argélia e estabilidade do país.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Sou Humano

Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Jo.15.14

Amigo Eterno (Heloísa Rosa)

Que Amigo encontrei
E mais chegado que um irmão
Teu toque já senti
Foi mais intimo de todos

Jesus, Jesus, Jesus
Amigo Eterno
Jesus, Jesus, Jesus
Amigo Eterno

Que esperança encontrei
Foi mais fiel que uma mãe
Meu coração partiria
Se eu perdesse esse amigo

Jesus, Jesus, Jesus
Amigo Eterno
Jesus, Jesus, Jesus
Amigo Eterno

Que esperança encontrei
Foi mais fiel que uma mãe
Meu coração partiria
Se eu perdesse esse amigo

Jesus, Jesus, Jesus
Amigo Eterno
Jesus, Jesus, Jesus

Amigo Eterno

_

Quantas vezes olhamos pra um lado e pro outro a procura de um amigo, apenas um a nos compreender e escutar. E tantas vezes esse único amigo em que confiávamos nos desaponta, nos entristece ao não querer ouvir-nos e nos dar a mão. É difícil.

Por que procuramos consolo em quem não pode dá? Por que procuramos uma palavra em quem não tem? Por que nos enguiçamos em algo de onde nada sairá? Apenas palavras ásperas, sentimentos torpes... em uma amizade fria e calculista... Que só dá esperando algo em troca. É assim.

Mas, ainda existe uma fonte, ainda há uma solução...

Existe um Deus acima de todas as coisas e de todos, que nos ama inexplicavelmente,incalculavelmente e perfeitamente, e é Ele o nosso Melhor Amigo.

O amigo que não se importa com nossa posição social, com nosso bolso e muito menos com nossa raça. Esse amigo é tão bondoso que não escolhe a hora, nem o minuto para nos visitar, Ele está SEMPRE conosco, SEMPRE! A qualquer hora e lugar, basta falarmos e não precisa ser alto... mesmo um sussurro de lábios ou até mesmo um gemido... Ele na mesma hora nos ouve e está disposto a nos ajudar.

O mais lindo desse amigo, sabe, é que Ele nos compreende em tudo, mesmo quando o entristecemos fazendo algo que não é do seu agrado, até nessas horas de ‘rebeldia’ Ele nos ouve! Que amigo!

Então, pra que se preocupar com quem não nos ama?

Ele sim! É o MELHOR DE TODOS OS AMIGOS!!!

Te amo, te amo, Jesus!!!!!!